sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Quem dá mais? [2]


No que é mais difícil de acreditar?

No Adriano que disse se queimar com uma lâmpada, no jardim de casa, ou na tentativa de mosaico da torcida do Botafogo?



Comentem logo após ouvirem, também, o Podcast #8.
Abraços!

Pode ou não Podcast?



Na reta final do Brasileirão, a incerteza é a única coisa certa. Nesse episódio, minha luta particular para garantir um ingresso da última rodada. E o Fluminense? Ainda consegue se salvar do rebaixamento e ser campeão? Opine!

Episódio #8 - Reta final do Brasileirão e Copa Sul-Americana

sábado, 21 de novembro de 2009

Que maldade...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Quem dá mais?


Depois de oitocentos e trinta e dez anos, está de volta o nosso quadro "Que time é esse?". Dessa vez o desafio é duplo!





Quem acertar ganha uma bala Juquinha.

domingo, 15 de novembro de 2009

Segura!

Jorge Wagner comemora o primeiro do SPFC. Foto: Lance!

Dos postulantes ao título que restaram, o São Paulo é o que mais assusta os adversários pela constância que consegue em retas finais de Brasileirão. Quando a parada é não tropeçar, o tricolor paulista sabe bem o que fazer.

Ontem, mais uma vez, o time de Ricardo Gomes demonstrou que a chave do sucesso é não dar sopa para o azar. Com gols de Jorge Wagner e Hugo, despacharam o Vitória, que nem esboçou reação.

Toda rodada eliminamos e adicionamos os supostos times que ainda brigam pelo título. A coincidência é que, em todas essas últimas rodadas, o São Paulo sempre esteve como um dos cotados. Tá difícil de segurar!

domingo, 8 de novembro de 2009

Fala, Marcelinha!


Marcela Semler, 26 anos, coloradíssima de Porto Alegre é quem dá a voz na volta do nosso quadro. O barulho dela vai pro zagueiro Índio do Inter que, em uma infeliz declaração, disse que, jogando bem ou mal, o salário dele estará lá no fim do mês.

Que beleza hein, bonitão? Nos dias atuais, é de se admirar até onde vai a falta de amor à camisa.

Se você também quer cornetar alguém ou algo relacionado a seu time do coração, contate-nos pelo formulário no menu ao lado.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cada volta é um recomeço



Quando foi feito o anuncio da chegada de Kaká no Santiago Bernabeu, esperava-se que, a partir dali, fosse criada uma nova era galática, talvez sem aquela pompa que havia com Zidane, Figo, Beckham e Ronaldo, mas com tamanha eficiência, ainda mais com a seguinte chegada de Cristiano Ronaldo e Benzema.

Por outro lado, em San Siro, o momento já não era bom com a irregular campanha na temporada passada, onde foi apenas o 3º no Calcio e eliminado numa oitava-de-final contra o Werder Bremen na "modesta" Copa da Uefa. Mas nada que estivesse ruim, não poderia piorar, e piorou. Já poderia ter piorado no meio da temporada, se Kaká contrariasse a vontade de Berlusconi em vendê-lo ao Manchester City. Mas o brasileiro continuou em Milão, não por muito tempo, já que no fim da temporada a vontade de Bersluconi, e porque não, a de Kaká, havia sido feita e ele desembarcava em Madrid.

Kaká e Milan são os opostos nessa temporada, o brasileiro começou bem sua temporada com o Real e o Milan, com Leonardo de treinador, era desastre atrás de desastre nos primeiros jogos. Mas o papel se inverteu nos últimos confrontos de ambos os times, o Real, apesar de estar colado no líder Barcelona, não vem tendo boas apresentações, não só na liga espanhola, mas também na Liga dos Campeões, onde perdeu em casa pro próprio Milan. Já os rossoneros alavancou uma reação fenomenal, com boas apresentações do até então, desacreditado, Ronaldinho Gaúcho.

Hoje teremos o retorno de Kaká em San Siro como adversário do Milan. A torcida já deu seu parecer: vai receber o brasileiro de portas abertas. Mas, só no final da partida, saberemos se Kaká terá um recomeço, ou melhor, uma melhora no seu futebol no Real, ou se haverá a confirmação da recomeço, ou melhor, da reabilitação do Milan.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Galo forte vingador


No começo do campeonato, quando os analistas, vulgos “sábios” do futebol, falavam do favoritismo dos clubes, era praticamente unânime a ausência do Atlético-MG na lista. Motivos não faltavam: vinham de mais um estadual perdido de forma vexatória contra o maior rival, o Cruzeiro, contratara para o Brasileirão um técnico que se for perguntar a torcedores dos 20 times do Brasileirão se gostariam de contar com ele pra treinar seu time, a resposta seria quase sempre a mesma, um não, e também contava com um elenco limitado, repetindo a receita de outros anos, quando mesclou juventude e experiência, mas com pouca qualidade.

O início foi promissor, mas logo vieram duas saídas significativas no elenco que já não apresentava muitas alternativas, o volante Rafael Miranda e o zagueiro Leandro Almeida, que saíram para o Atlético-PR e o Dinamo de Kiev da Ucrânia. Chegava a hora de Celso Roth mostrar seu valor, armando sua equipe dentro de suas limitações, mas ao mesmo tempo, um time competitivo e difícil de ser batido. Contratou logo o goleiro Aranha, ex-Ponte Preta, para resolver a carência que existia no gol, apesar de ter no elenco o experiente Juninho e o promissor Bruno. Armou uma linha na zaga muito forte, com o volante Carlos Alberto, sendo deslocado para a lateral direita, aproveitando o seu vigor físico, apesar da pouca qualidade ofensiva. Contou com a boa fase de Alex Bruno, que não havia tido uma sequencia nos últimos clubes de sua carreira e a ascensão do jovem Welton Felipe. Na lateral esquerda, enfim, Thiago Feltri havia conquistado sua posição. Na meia-cancha, Jonílson fazia a faxina do setor, que era auxiliado pelo polivalente Márcio Araújo e o irregular Renan. A articulação, foi desempenhada por uma novo jogador da área, o experiente Júnior, que antes fazia as vezes de lateral e de ala esquerdo, mas que nunca havia jogado nessa posição.

As rodadas foram passando e o time não fez apresentações como as do começo do campeonato, resultando numa queda de rendimento e na classificação. Criou-se a necessidade da contratação de jogadores, principalmente no meio-campo onde faltava qualidade na posse de bola e na saída de jogo. Vieram então os experientes Corrêa e Ricardinho. Ambas as contratações, logo de início, causaram uma desconfiança na massa atleticana, mas logo conquistaram seu lugar dando mais qualidade no meio-campo. O ataque é o ponto alto do time com Diego Tardelli e Éder Luiz. Teoricamente, seria um ataque sem força física, pois se trata de dois jogadores rápidos mas sem o vigor que tem um Adriano ou um Washington, mas Roth preferiu ao certo, pela movimentação que os dois tem, resultando num ataque fulminante.

Esse é o Atlético Mineiro, um time onde ninguém dava nada no começo do campeonato, mas que agora é fortíssimo candidato ao titulo brasileiro.

Podcast, O retorno!


Para os que estavam com saudades, despreocupem-se. Depois de 5 meses, estamos de volta com o nosso podcast, chegando na edição #7. Ouçam e comentem!

Episódio #7 - 33ª rodada do Brasileirão


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domingo, 1 de novembro de 2009

Embolou geral!


Após a 33ª rodada do Brasileirão, a indefinição ainda segue. Tanto para os que postulam um lugar na Libertadores do ano que vem, quanto para os que lutam pela permanência na elite do nosso futebol, o final de semana serviu para apimentar ainda mais a competição, que tem tudo para ter um desfecho emocionante.

Então, sigamos com o que aconteceu de melhor:

Zona de cima

Palmeiras - Mesmo com 1 jogador a menos no clássico, o alviverde arrancou um empate na raça. Gol dois gols de zagueiros, o resultado serviu para manter o time na liderança, agora empatado com o São Paulo.

São Paulo - O tricolor enfim chegou! Mesmo que provisoriamente tenha dormido na liderança, a equipe de Ricardo Gomes vem com tudo nessa reta final. O mais importante? A vitória sobre o Barueri, mesmo que por 1 a 0.

Atlético-MG - Com uma vitória heróica no Serra Dourada, o galo encostou nos líderes e a distância diminiu para 2 pontos. Na próxima rodada, o clássico, no Mineirão, contra o Flamengo, definirá muita coisa para ambição do título de ambas as equipes.

Flamengo - Enfim no G-4. No sábado, mesmo com a arbitragem marcando dois pênaltis contra, o rubro-negro venceu o Santos e pôde, finalmente, sentir a sensação de fazer parte do grupo dos 4 melhores. O goleiro Bruno foi destaque, agarrando as duas cobranças de PH Ganso.

Internacional - Irreconhecível no seu recinto, o Inter foi derrotado pelo Botafogo. Com o resultado, a equipe de Mário Sérgio foi cuspida pra longe do G-4, ficando a 2 pontos do Flamengo, na classificação.

Cruzeiro - A aquipe azul celeste deu um vexame. O líder do segundo turno, perdeu em casa, de virada, para o Fluminense - até então, lanterna da competição. Uma derrota que custou uma vaga no grupo dos que vão à Libertadores.

Zona de baixo

Botafogo - Mesmo com a heróica vitória, fora de casa, sobre o Inter, o alvinegro ainda não se livrou totalmente do perigo de rebaixamento. Isso em função de Santo André e Náutico terem vencido seus jogos. Todavia, a empolgação e moral do time ficaram elevadas para as próximas partidas.

Fluminense - Fez história! No Mineirão, contra o time mais embalado da competição, o Flu chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas virou. Com dois gols de Fred e um de Gum, o tricolor carioca segue seu calvário na tentativa de permanência na série A.

Restam apenas 5 rodadas. Quinze pontos ainda a serem disputados, alguns confrontos diretos e a certeza de que teremos o final de Brasileirão mais emocionante na era dos pontos corridos. Quem tropeçar menos, leva!